A sala Transtejo, na gare fluvial do Cais do Sodré, revelou-se pequena para acolher todos quantos quiseram assistir ao lançamento do livro “CP Carga: Gestão Pública vs. Gestão Privada”, de António Nabo Martins, publicado pela Riscos Editora.

Foram cerca de uma centena os amigos, colegas de profissão e clientes/parceiros de negócios a marcar presença na apresentação da edição impressa da tese de mestrado do director de transporte combinado da CP Carga.

Entre eles, notaram-se as presenças dos presidentes dos portos de Sines e de Setúbal, João Franco e Vítor Caldeirinha, respectivamente, do administrador executivo da Takargo, Miguel Lisboa, do administrador da MSC Portugal, Carlos Vasconcelos, da directora executiva da APTMCD, Isabel Ramos, do ex-administrador delegado da PSA Sines, Jorge d’Almeida, e do ex-presidente da Adfersit, Joaquim Polido. Paulo Niza, director comercial da CP Carga, também esteve presente. E o presidente da CP, Manuel Queiró, apareceu para dar um abraço.

A apresentação da obra esteve a cargo de Ernesto Martins de Brito, um histórico do sector, que discorreu longamente sobre o tema abordado na tese de António Nabo Martins: a alteração do modelo de governação pública da CP Carga.

Orgulhoso do seu segundo “filho”, como faz questão de se referir ao trabalho ora lançado, Nabo Martins apresentou o essencial do livro, sublinhando, sem surpresa para quem o conhece, a convicção de que a CP Carga tem futuro, assim haja a visão de apostar emm negócios rendíveis, integrando cada vez mais a componente ferroviária nas cadeias logísticas, se necessário (ou até desejavelmente) através do estabelecimento de parcerias co outros operadores.

A edição de “CP Carga: Gestão Pública vs. Gestão Privada” teve o patrocínio da APDL e APS e os apoios da ALB, Alcont, Contibérica, ICC, Jomatir, Madeca, SPC Logística, TMIP, Transcereales, Transitex e TVT.

Este é o terceiro livro publicado pela Riscos Editora, responsável pelo TRANSPORTES & NEGÓCIOS. No prelo está já uma nova obra, esta da autoria do Prof. Mário Lopes, denominada “O imperativo da bitola europeia”.

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