As companhias aéreas moçambicanas já podem operar para a Europa, depois da decisão da Comissão Europeia de retirar o país da “lista negra” da segurança aérea.

LAM

A decisão decorre do reconhecimento das melhorias na segurança aérea em Moçambique. “Estou satisfeita por podermos retirar todas as companhias do Benim e de Moçambique da lista de segurança aéra”, comentou a propósito a comissária europeia de Transpportes. “As reformas valeram a pena. Este é também um sinal para os 16 países que permanecem na lista. Mostra que o trabalho e a cooperação compensam. A Comissão e a Agência Europeia de Segurança Aérea estão prontos para ajudá-los a melhorar os níveis de segurança”, acrescentou Violeta Bulc, citada no comunicado emitido a propósito.

As companhias aéreas moçambicanas estão impedidas de operar na União Europeia praticamente desde o início da década.

As autoridades moçambicanas esperavam sair da “lista negra” europeia já em 2016, em resultado da melhoria das condições de actuação do INAC local e de operação das companhias nacionais, mas tal só agora se verifica.

Na “lista negra” de Bruxelas permanecem Angola e São Tomé e Príncipe. No caso angolano, mantém-se, porém, a excepção relativamente à TAAG e à operação dos seus B737-700 e B777-200/300/300ER.

Depois desta última revisão, a “lista negra” compreende ainda 181 companhias .

Os comentários estão encerrados.