A Organização Internacional do Trabalho (OIT) adoptou uma resolução em que avisa para o impacto negativo – em termos de segurança e das condições laborais – que a proliferação de sistemas como a Uber, a Lyft ou a Sidecar pode ter no sector dos transportes.

UberCARGO

Assinada por representantes governamentais, empresários e trabalhadores, a resolução (que pode ser lida aqui) considera “inaceitável” que as plataformas de transporte colaborativos “minem as condições contratuais estabelecidas entre empregadores e assalariados”.

A OIT insta, por isso, as autoridades competentes a assegurarem que as leis nacionais sobre esta matéria sejam aplicadas de forma conveniente e na sua totalidade às empresas de transporte colaborativos.

O secretário-geral da União Internacional dos Transportes Rodoviários (IRU, em inglês), Umberto de Pretto, recebeu a resolução com agrado. “O sector do transporte rodoviário acolhe de braços abertos as novas tecnologias e a inovação. A resolução adoptada pela OIT sublinha que todas as empresas de transporte devem cumprir os regulamentos. Isso é crucial para garantir a segurança e bem-estar dos motoristas”, referiu, citado em comunicado de imprensa.

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