Os construtores automóveis instalados em Portugal produziram em Novembro 2 952 veículos comerciais, ligeiros e pesados, o que representou uma quebra homóloga de 18%.

A produção de comerciais ligeiros, de longe a de maior expressão, recuou 19,7% para as 2 691 unidades, ao passo que o fabrico de pesados de mercadorias avançou 7,4% para os 261 veículos.

A Peugeot Citroën construiu 2 515 comerciais ligeiros (menos 19,6%), enquanto a Mitsubishi se ficou pelos 100 (menos 5,7%), a Toyota Caetano pelos 79 (menos 28,2%) e a VN Automóveis ficou em branco.

Nos pesados, a Mitsubishi aumentou o output para as 204 unidades (mais 56,9%), o suficiente para compensar a quebra de 55,6% da VN Automóveis (48 camiões) e a manutenção da Toyota Caetano nos nove veículos.

Nos primeiros 11 meses do ano, a produção nacional de comerciais acumula agora uma perda de 8,9%, com 41 108 veículos saídos das linhas de montagem. Desses, 37 808 correspondem a ligeiros (menos 8,2%), 3 285 a pesados de mercadorias (menos 16,1%) e 15 a pesados de passageiros (mais 200%).

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