A concessionária de auto-estradas Abertis defende que a Europa deve ter um sistema harmonizado de portagens que obrigue os veículos pesados ​​de mercadorias a pagarem o uso de certas vias rápidas.

Portagens - Guipuzcoa

Os valores, a forma de pagamento e as estradas abrangidas terão de ser definidos pela Comissão Europeia, sustenta a companhia espanhola.

A Abertis, que, na União Europeia, detém a concessões de auto-estradas em Espanha, França, Itália, Irlanda e Croácia, acredita que a introdução de portagens em vias rápidas iria melhorar a eficiência do uso das infra-estruturas.

A proposta consta do relatório sobre o impacto económico de portagens para veículos pesados ​​de mercadoriasa que a companhia apresentou no Parlamento Europeu, em conjunto com a ONG ambiental Transport & Environment, a poucas semanas de a Comissão Europeia apresentar a proposta de reforma da Directiva Eurovinheta.

A directiva actualmente em vigor prevê a imposição de portagens em vias rápidas, mas dá liberdade a cada Estado-membro de fazê-lo ou não. A directiva Eurovinheta original foi adoptada em 1999 e permitia a cobrança de portagens, calculadas com base nos custos de construção, manutenção e operação. Nas duas seguintes versões, adoptadas em 2006 e 2011, a Comissão pediu aos Estados-Membros incluirem também nos cálculos os custos ambientais e de ruído.

 

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