A partir de 2019, todos os fabricantes de veículos pesados ​​da UE utilizarão a mesma ferramenta de cálculo (a VECTO) para declarar e comunicar as emissões de CO2 de uma grande variedade de camiões. A Associação Europeia dos Construtores Automóveis (ACEA) defende que os primeiros padrões de CO2 para camiões devem ser realistas e reflectir a diversidade de mercado.

Os membros da ACEA acreditam que um nível de ambição realista representará uma redução de 16% na emissão de CO2 entre 2019 e 2030, com uma meta intermédia de 7% em 2025.

“A certificação do CO2 nos camiões começará em Janeiro de 2019 – esses dados formarão uma base fiável para padrões futuros. Mas isso também significa um desafiador prazo curto, especialmente tendo em conta que o desenvolvimento de produto de veículos pesados ​​a serem vendidos em 2025 já está em curso no presente. Também é importante ter em mente o facto de que as principais tecnologias alternativas de motorizações ainda não foram contabilizadas pela VECTO”, afirmou, em comunicado, o presidente da direcção de veículos comerciais da ACEA e CEO da MAN, Joachim Drees.

Quaisquer futuros padrões de CO2 para veículos pesados ​​devem concentrar-se em todo o veículo, alerta a ACEA.

“Definir alvos separados para componentes (como a caixa de velocidades ou o motor) não levará a soluções economicamente viáveis. Os padrões de CO2 baseados em componentes podem até ter um impacto negativo na redução líquida de CO2 de um veículo, pois tais padrões não reflectem adequadamente como os componentes estão a ser usados ​​e como funcionam no mundo real”, defende a associação.

 

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