A Associação de Construtores Europeus de Automóveis (ACEA) rejeita a introdução de quotas mínimas obrigatórias de venda de camiões eléctricos.

A proposta é do Parlamento Europeu no âmbito da definição das primeiras metas europeias de CO2 no espaço comunitário. A ACEA considera “extremamente arriscado” proceder à criação de quotas mínimas.

A organização das marcas de camiões considera que a imposição aos fabricantes da obrigação de produzir um certo número de veículos com emissões zero “não garantirá a aceitação do mercado, especialmente pela falta de infra-estrutura e outros obstáculos, como a perda de carga útil e a autonomia limitada”.

As negociações finais sobre normas de emissão de CO2 para camiões terão lugar na próxima semana entre o Parlamento Europeu, a Comissão e o Conselho.

“O que estamos a solicitar como parte deste regulamento é um quadro eficaz de medidas de apoio, tanto para os fabricantes quanto para os operadores de camiões, para garantir que os ambiciosos objectivos de CO2 que serão adoptados em breve sejam viáveis ​​na prática”, afirma, em comunicado, o secretário-geral da ACEA, Erik Jonnaert.

 

 

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