No último trimestre de 2012, as administrações portuárias obtiveram um resultado líquido agregado de 37,7 milhões de euros. Uma subida homóloga de 6%, de acordo com o relatório da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças sobre o Sector Empresarial do Estado.

Já se sabia, mas os números hoje divulgados confirmam-no, se necessário: os portos são verdadeiros oásis no universo das empresas públicas nas áreas das infra-estruturas e transportes.

No quarto trimestre do ano passado, o conjunto das administrações portuárias aumentou em 1,1% os proveitos operacionais, para 140,3 milhões de euros, ao mesmo tempo que os gastos operacionais foram reduzidos em 9,4%, para 41,8 milhões de euros e os fornecimentos e serviços externos foram cortados em 10,4% para menos de 24,6 milhões.

Em consequência, os resultados operacionais aumentaram 9,4% até muito perto dos 52 milhões de euros. O EBITDA atingiu os 106,5 milhões de euros (mais 4%) e a margem EBITDA galgou ainda mais 2,1 pontos percentuais até aos 75,9%.

Com um rácio global de endividamento de apenas 10%, as administrações portuárias atingiram no último trimestre do exercício findo resultados financeiros negativos em apenas 5,7 milhões de euros, uma melhoria de 3,3% em termos homólogos.

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