Em média, 70 camiões utilizam a AEM Gijon-Nantes, em cada uma das três viagens semanais em ambos os sentidos.

Desses, 80% dos veículos seguem com os motoristas a bordo. Poupam-se assim quilómetros, ganha-se tempo e cumprem-se as directivas dos tempos de condução e repouso mantendo a carga em movimento.

Setenta camiões, em média, por viagem, representam cerca de 60% da capacidade reservada à carga rodada a bordo do Norman Asturias. A aposta da LD Lines e da Suardiaz passa, todavia, por reforçar o número de camiões e trailers que viagem sem os respectivos motoristas.

O aumento do tráfego de automóveis novos é outra das opções estratégicas. Aliás, foi a entrada no negócio do transporte de veículos novos que motivou o aumento da capacidade na AEM, em Abril passado. Saiu o Norman Bridge e entrou o Baltic Amber, entretanto renomeado Norman Asturias.

Entretanto, dizem-no os operadores do serviço, a AEM Gijon-Nantes atrai cada vez mais cargas de mais longe, entenda-se de além-França e de além-Asturias, consoante o sentido, incluindo o Norte de Portugal.

A AEM Gijon-Nantes resultou dum concurso conjunto lançado pelos governos de Espanha e França. O projecto conta com um apoio de 15 milhões de euros de cada um dos países, a que acrescem uns quatro milhões de euros do Marco Polo II.

A outra AEM seleccionada na mesma altura, entre Vigo e Nantes, continua sem arrancar.

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