Nos cinco meses que leva de operação, a AEM Gijon-Nantes St. Nazaire transportou mais de 2 500 pesados de mercadorias, perto de 2 500 outros veículos e mais de 8 000 passageiros.

A utilização do serviço tem vindo a aumentar a cada mês que passa, garantem os responsáveis da LD Lines. De tal modo que o objectivo de ter uma taxa de ocupação média de 60% no primeiro ano já está ultrapassado. Em algumas das 59 viagens que realizou, o “Norman Bridge” já seguiu completo, havendo mesmo casos de cargas que ficaram em terra.

O serviço tem tido maior procura em Espanha do que em França, mas a diferença não é expressiva: cerca de 2 800 veículos à partida de Gijon contra 2 400 no sentido inverso, e cerca de 4 200 contra 3 800 passageiros, nas mesmas relações.

Os pesados de mercadorias representaram 56% da capacidade do “Norman Bridge” à partida de Gijon, e 46% no sentido inverso.

A opção pela AEM entre os portos de Gijon e Nantes St. Nazaire permite poupar mais de mil quilómetros de transporte rodoviário, dizem os responsáveis da LD Lines.

Para o êxito desta AEM está também a contribuir, nos últimos tempos, a parceria entre a LD Lines e a Suardíaz, que permitiu “desviar” para o serviço marítimo o encaminhamento de automóveis Renault produzidos em Espanha e destinados ao mercado francês a Sul de Paris.

Face ao aumento da ocupação no “Norman Bridge”, os responsáveis pela AEM ponderam agora, ou substituir o navio por um outro de maiores dimensões ou incluir um segundo navio, antecipando o cumprimento do plano de negócios a que estão obrigados pelos apoios estatais e comunitários.

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