A Aena, a homóloga espanhola da ANA, propõe-se investir 2 646 milhões de euros no quinquénio 2017-2021, dos quais 2 185 milhões estarão vinculados a processos regulados.
Aeroporto de Barcelona

A proposta consta do Documento de Regulação Aeroportuária (Dora) da Aena, apresentado ontem, no Congresso dos Deputados de Espanha, na Comissão do Fomento, pelo ministro da pasta, Iñigo de la Serna.

A proposta da gestora aeroportuária pública espanhola prevê um investimento anual superior a 529 milhões de euros, dos quais 437 milhões afectos a operações reguladas, cujo montante máximo está limitado por lei a 450 milhões de euros.

O ministro Iñigo de la Serna salientou que o Dora prevê penalizações em caso de atrasos na execução dos investimentos que forem considerados estratégicos. Além disso, o documento incentiva a eficiência dos serviços aeroportuários e garante um equilíbrio entre custos e receitas.

Na Comissão do Fomento foi ainda abordado o tema de um possível reforço do capital privado na companhia pública. O ministro do Fomento espanhol garantiu que “o governo não tem nenhuma intenção de aumentar o grau de privatização da Aena”.

Iñigo de la Serna assegurou, além disso, que as taxas aeroportuárias em Espanha não irão aumentar até 2025. Pelo contrário, tudo indica que já este ano baixarão, em linha com a recomendação da autoridade da Concorrência.

 

 

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