A Aeroneo, empresa que se propõe realizar o desmantelamento de aeronaves no aeroporto de Beja, vai instalar-se na “Fábrica”, um complexo de hangares da Força Aérea, que para o efeito serão desafectados do domínio público militar.
Aeroporto de Beja

Inicialmente, em 2015, a intenção era construir de raiz as instalações para o desmantelamento e valorização das peças pdas aeronaves. Agora, dois anos volvidos, a solução para apressar o processo passa por utilizar instalações da Força Aérea em Beja, num complexo apropriadamente conhecido por “Fábrica” e que tem uma área de mais de 113 mil metros quadrados.

O contrato de arrendamento será válido por 15 anos, prorrogável uma única vez por igual período. Pela utilização das instalações a Aeroneo pagará à Força Aérea uma renda mensal de 40 170 euros, actualizáveis de acordo com as regras do arrendamento não habitacional.

A Aeroneo, participada pela suíça GreenParts Holding, propunha-se investir 35 milhões de euros e criar de imediato cerca de 40 postos de trabalho directos numa unidade de desmantelamento da aeronaves.

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