Depois de ter recuado 2,1% em 2015, a carga aérea começou 2016 a perder 4,9%, em termos homólogos, no primeiro trimestre, segundo os dados apurados e divulgados pelo INE.

Entre Janeiro e Março, passaram pelos aeroportos nacionais 34 896 toneladas de carga e correio. O que representa menos 4,9% que no primeiro trimestre de 2015 e menos 8% que no último trimestre de 2015.

Principal explicação para a quebra verificada: a diminuição das cargas embarcadas (de exportação mas não só), que se ficaram pelas 17 551 toneladas. Um recuo de 10,1% em termos homólogos e menos 12,1% que no trimestre imediatamente anterior.

As cargas desembarcadas (maioritariamente de importação) tiveram um comportamento mais positivo, com 17 345 toneladas, tendo crescido 1,1% em termos homólogos e recuado 3,1% face ao período de Outubro-Dezembro do ano transacto.

Passageiros “voam” cada vez mais alto

Ao invés, o movimento de passageiros manteve a toada de rápido crescimento, com um total de 8,8 milhões de passageiros processados no primeiro trimestre, ou mais 13,4% em termos homólogos.

Passageiros desembarcados foram 3,9 milhões (mais 14,1%), praticamente igualando o número de embarques, que aumentaram 12,7% em termos homólogos.

Os operadores nacionais continuam a perder quota (detinham no final de Março 38,1% do mercado, menos 6,2 p.p. em termos homólogos), ao passo que os irlandeses e ingleses continuam a ganhar: 21,2% (mais 3,5 p.p.) os primeiros, 15% (mais 2,2 p.p.) os segundos.

 

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