Os componentes para a indústria automóvel têm aumentado as exportações a um ritmo anual de 5-10% desde 2010, mas a AFIA teme pela sustentabilidade futura deste crescimento.

AFIA vê ameaças ao crescimento da indústria de componentes

O Brexit, o menor crescimento das vendas automóveis nos mercados mais compradores ao sector (Europa), o proteccionismo económico, as regulamentações mais rigorosas em termos de emissões dos veículos e o aumento de soluções de mobilidade são os factores do receio da indústria nacional, alerta a AFIA.

“Todos estes factores, quer cada um individualmente, quer no seu conjunto, estão a alterar significativamente a envolvente em que operam os fabricantes de componentes para a indústria automóvel. A Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel e os agentes do sector estão a acompanhar esta evolução com atenção e apreensão”, indica a associação em comunicado.

O sector de componentes para a indústria automóvel continua a demonstrar um sólido desempenho, traduzido num aumento de 7% de exportações quando comparados os valores acumulados de Outubro de 2018 versus 2017.

Aquela subida compara com o crescimento de 2% do mercado automóvel europeu, principal destino das exportações portuguesas.

 

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