“Cada vez mais injustificável” é como os autarcas do Alentejo Litoral classificam o atraso na construção da linha ferroviária entre o porto de Sines e Elvas.
CIMAL

O porto de Sines foi o palco para a apresentação do Plano de Desenvolvimento do Alentejo Litoral até 2020, elaborado pelo economista Augusto Mateus para a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral (Cimal).

O desenvolvimento do pólo industrial em torno de Sines e a aposta nas acessibilidades terrestres àquele porto são prioridades estabelecidas no plano e subscritas pelos autarcas da região.

O presidente da Cimal e da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, Vítor Proença, considerou que a nova linha ferroviária é “urgente”, enquanto o líder da edilidade de Sines, Nuno Mascarenhas, sublinhou ser “cada vez mais injustificável” que a construção avance.

O presidente da APS, João Franco, lembrou que o porto de Sines concorre no plano internacional com os demais portos ibéricos (entenda-se espanhóis), pelo que “a ferrovia é essencial”.

A Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral integra os municípios de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém, Sines e Odemira.

 

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