Pelo menos “boa parte” da actividade da carga aérea deverá manter-se no aeroporto de Lisboa, mesmo depois do início das operações no Montijo, considera o ministro do Planeamento e das Infraestruturas.
Carga aerea Lisboa

Mas caberá à ANA propor uma solução de futuro, acrescentou Pedro Marques, perante os deputados da Comissão Parlamentar de Economia, Inovação e Obras Públicas

“A ANA, no contexto da apresentação da proposta relativa ao aeroporto complementar [Montijo], deve propor uma alteração ao plano estratégico, onde há de incluir também esta dimensão [operação de carga]”, disse Pedro Marques, acrescentando que esta “é a fase certa para afinar, ajustar se essa operação de carga aérea deve ser partilhada entre o aeroporto principal e o complementar ou se deve ficar concentrada no aeroporto principal”.

Ainda assim, garantiu que essa operação “não há de sair completamente do aeroporto principal”, pelo contrário.

“É bem possível, bem provável, que uma boa parte da operação de carga aérea permaneça no aeroporto Humberto Delgado”, disse o ministro, acrescentando que o transporte de carga não tem tido um crescimento comparável ao do de passageiros, mas destacando a sua importante dimensão na actividade aeroportuária.

 

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  1. A DHL desesspera há 6 anos para a ANA/VINCI lhe proporcionarem espaço para o seu novo HUB é este tempo de resposta das empresas em Portugal e assim perdemos muitos dos investimentos que inicialmente foram previstos para o nosso país e que acabam por se deslocar para outros países concorrentes, neste caso corremos risco de se deslocar para Madrid ou para Marselha, por isso a economia quase não cresce !