A Vinci Airports aposta em aproveitar ao máximo as relações de Portugal com o Brasil e com os PALOP para aumentar a actividade nos aeroportos da ANA.

Numa entrevista a uma publicação institucional do grupo gaulês, o presidente da Vinci Airports, Nicolas Notebaert, destaca o crescimento do tráfego nos aeroportos nacionais, que terá sido mesmo superior às expectativas, e diz-se muito optimista relativamente ao futuro.

Nomeadamente porque, sublinha, “graças à sua posição geográfica e às suas relações culturais com as suas antigas colónias, Portugal pode captar 25% do tráfego entre a Europa e o Brasil, e ainda mais com Angola e com Moçambique”. Sem esquecer também, lembrou, os cinco milhões de portugueses ou luso-descendentes que vivem espalhados pelo mundo.

A ANA, adquirida no ano passado por 3,08 mil milhões de euros, garantiu 72% do volume de negócios da Vinci Airports nos primeiros nove meses do ano: 388 milhões em 554 milhõs de euros.

Desde a privatização, segundo dados da Vinci, os aeroportos da ANA ganharam seis companhias aéreas com operações regulares e 73 novas rotas.

A Vinci Airports opera 23 aeroportos, sendo dez em Portugal, dez em França e os restantes no Cambodja.

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