O grupo chinês HNA, accionista da TAP, recebeu a última autorização necessária para entrar no capital da concessionária do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, o segundo maior do Brasil em número de passageiros.

Aeroporto-Rio de Janeiro - Galeão

Depois do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Económica), em Agosto, foi agora a vez da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) autorizar a alteração da composição accionista da concessionária Rio de Janeiro Aeroportos, resultante da compra pela HNA da posição que era detida pela Odebrecht.

A partir daqui, a HNA controlará 51% e  a Changi Airports International, operadora do aeroporto de Singapura, 49% do consórcio privado que controla 51% do aeroporto do Galeão. Os restantes 49% permanecem nas mãos da empresa pública de gestão aeroportuária Infraero.

O negócio entre a HNA e a Odebrecht, concretizado em Julho passado, implicou um investimento directo de cerca de 14 milhões de euros. Mas o grupo chinês ter-se-á obrigado a pagar cerca de 279 milhões de euros para pagar os direitos de licença da infra-estrutura.

O grupo HNA, que controla várias companhias aéreas na China, é o maior accionista da brasileira Azul (e, por via disso, é accionista da TAP). No sector aeroportuário, controla a Swisssport, um dos maiores operadores de handing a nível mundial, e recentemente adquiriu o aeroporto de Frankfurt-Hahn.

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