Renegociar as concessões é uma das prioridades da Associação de Operadores do Porto de Lisboa (AOPL), agora representando, de facto, todos os operadores do porto da capital e liderada por Andreia Ventura.

 

Pela primeira vez em mais de dez anos, a AOPL agrega todos os operadores portuários de Lisboa, isto é, as empresas dos grupos ETE, TMB e Yilport, num total de seis concessões.

A nova Direcção, recentemente eleita, liderada pela agora administradora do Grupo TMB, Andreia Ventura, tem fixadas cinco prioridades para o mandato: apostar no desenvolvimento do Porto de Lisboa e potenciar o valor económico da sua localização geoestratégica para a cidade, para a região e para Portugal; assegurar a competitividade e a concorrência do Porto de Lisboa, nomeadamente através da renegociação dos prazos das concessões de serviço público de movimentação de cargas; reforçar a ligação entre o porto e a cidade; e fomentar a construção de parcerias e entendimentos entre os diversos stakeholders do Porto de Lisboa.

Andreia Ventura, recorde-se, foi administradora do Porto de Lisboa, tendo depois assumido a presidência da Arsenal do Alfeite, que abandonou há poucas semanas para integrar a administração do Grupo TMB.

Integram ainda a Direcção da AOPL Luís Figueiredo (Grupo ETE), como vice-presidente, Diogo Vaz Marecos (Liscont – Grupo Yilport), como tesoureiro.

De acordo com um estudo realizado pela Augusto Mateus & Associados para a APL em 2016, o impacto económico directo do Porto de Lisboa traduz-se em 1,5 mil milhões de euros de Valor Bruto de Produção, 350 milhões de euros de Valor Acrescentado Bruto (VAB), 6 631 postos de trabalho e 205 milhões de euros em remunerações.

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