Com as exportações para Angola ao nível mais baixo dos últimos cinco anos, o movimento de contentores em Leixões recuou 6% até ao final de Abril.

TCL

Nos primeiros quatro meses do ano foram movimentados 199 007 TEU, correspondentes a 125 6763 contentores, anunciou a concessionária do terminal de contentores de Leixões.

Em Abril o porto nortenho processou 48 534 TEU, o que significou uma quebra homóloga de 8,4%.

A principal explicação para a quebra nos movimentos reside no abrandamento das exportações para Angola, quer por força da redução da liquidez naquele país, quer por causa dos entraves anunciados às importações.

A quebra nas expedições para Angola está a afectar quer o envio de contentores cheios, quer o reposicionamento de contentores vazios (dado o desequilíbrio existente nos fluxos de cargas).

Ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS, fonte da concessionária sustentou que, descontado o “efeito Angola”, o movimento de contentores continua a crescer. A mesma fonte disse-se confiante em que a quebra nas trocas com Angola tenderá a ser ultrapassada, embora reconhecendo que o regresso à normalidade estará a demorar mais do que o previsto.

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