Angola receberá ainda este ano uma conferência internacional sobre segurança marítima e energética. A pirataria no Golfo da Guiné será um dos temas incontornáveis.

Pirataria

A região do Golfo da Guiné é afectada por fenómenos de pirataria e de tráfico de droga, de armas e de seres humanos, sendo igualmente utilizada por grupos terroristas africanos, que se misturam com imigrantes ilegais para alcançar a Europa, nomeadamente através do corredor da Líbia.

No despacho que cria a comissão encarregada da organização do evento, o presidente angolano sublinha que “é fundamental a definição e aplicação de uma visão e estratégia marítima que responda efectivamente às ameaças e oportunidades contemporâneas”, nomeadamente por a economia angolana “continuar dependente em grande medida da exploração petrolífera no mar”.

A conferência terá lugar durante o segundo semestre deste ano, em Luanda, e contará com a participação de vários parceiros internacionais, nomeadamente de países com interesses no Atlântico Sul, como o Brasil. A organização envolve 12 ministérios e é liderada pelo ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti.

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