A “antecipação” do Ano Novo chinês, de Fevereiro para Janeiro, é a principal explicação para o agravamento das perdas da carga aérea no arranque de 2012, avança hoje a IATA.

Em Janeiro, a carga aérea, medida em toneladas-km, recuou 8,1% face ao mesmo mês de 2011. Relativamente a Dezembro do ano passado, as perdas atingiram os 2,5%. Mas a IATA sustenta que a actividade estabilizou no último trimestre, num nível médio 4% abaixo do verificado em 2008, antes da crise.

A região da Ásia-Pacífico voltou a apresentar os piores resultados, com uma quebra homóloga de 14%. Na Europa, a perda chegou aos 9,6%; e na América do Norte atingiu os 4%.

Também em linha com a tendência dos últimos meses, o Médio Oriente apresentou a melhor performance relativa em Janeiro, com uma subida de 9,4%, enquanto a América Latina cresceu 2,2%.

A taxa de ocupação da capacidade caiu de 44,3% para 41%, fundamentalmente em consequência da entrada ao serviço de aviões de passageiros de maiores dimensões, conclui a IATA.

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