A ANTROP não aceita a decisão da Câmara Municipal de Lisboa de proibir a circulação de autocarros turísticos ocasionais nas zonas históricas da capital e quer saber quem pagará a factura dos prejuízos.

Autocarros turísticos - Lisboa

A restrição camarária entrará em vigor a partir de amanhã, 1 de Agosto, mas a associação dos transportadores rodoviários de pesados de passageiros só terá tido dela conhecimento “através da imprensa!.

Em comunicado, a ANTROP diz ser “inaceitável que não tenha sido sequer auscultada sobre esta medida que introduz alterações de carácter organizacional, logístico, comercial e económico na prestação de serviços ocasionais prestados pelos nossos Associados”.

A associação sublinha ainda o facto de os serviços que serão afectados já em Agosto e Setembro, os meses de maior procura, terem sido “contratados há vários meses e não é em cima da hora que as condições da sua prestação podem ser alteradas”.

A ANTROP diz ter solicitado à Câmara Municipal de Lisboa “uma reunião com carácter de muito urgente para discutir o assunto”, mas “até agora não teve qualquer resposta”.

Se nada for alterado e a medida for implementada, a associação liderada por Luís Cabaço Martins quer saber  “quem paga os prejuízos causados”.

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