Estará por dias a assinatura do contrato para a infra-estruturação do pólo 1 da plataforma logística de Leixões, apurou o TRANSPORTES & NEGÓCIOS. Ainda este ano serão lançados os concursos para a urbanização de parte do pólo 2 e para a contratação dos serviços de gestão e promoção comercial do empreendimento.

Cerca de 17 milhões de euros é quanto custará urbanizar os 30 hectares do pólo 1 da plataforma logística de Leixões. As construtoras que se candidataram à obra não terão ido além do preço mínimo. A escolha recaiu sobre a Gabriel Alves Couto, avançou ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS fonte conhecedora do processo. O contrato deverá ser assinado nos próximos dias. Cerca de um ano mais tarde que o inicialmente previsto.

Por força das novas regras, o negócio terá de receber o visto prévio do Tribunal de Contas. O que poderá demorar alguns (espera-se poucos) meses mais. E só então arrancarão os trabalhos no terreno. Por essa altura, e de acordo com os timings iniciais, as primeiras empresas já deveriam estar em mudanças.

A partir daqui, porém, a APDL pretende acelerar o ritmo. Até para tentar acertar o passo – e o calendário – com os eventuais interessados em instalar-se ali. Alguns terão desistido, precisamente por não ter sido possível garantir-lhes um prazo para a mudança.

Pronto está o projecto de infra-estruturação de parte do pólo 2, na zona mais próxima da VILPL. O lançamento do concurso respectivo deverá ser aprovado na próxima assembleia geral da APDL, acrescentou a mesma fonte.

Para o terceiro trimestre do ano perspectiva-se também o arranque do processo de selecção da empresa que há-de assegurar a gestão do dia-a-dia da plataforma (no que toca ao fornecimento dos serviços comuns, de “condomínio”) e, também, a promoção e comercialização do empreendimento junto do mercado.

Será um contrato de prestação de serviços, com uma duração estimada de cinco anos, apurou o TRANSPORTES & NEGÓCIOS. Um negócio que interessará aos promotores imobiliários com know-how no sector logístico, mas que poderá igualmente motivar à participação grupos com interesses no sector marítimo-portuário e nas actividades logísticas.

Quanto a possíveis inquilinos para a nova plataforma, a APDL mantém negociações com um grande operador logístico internacional já com presença no mercado nacional. E há, claro, o acordo com a Zaldesa, que prevê a instalação em Leixões da gestora da plataforma logística de Salamanca.

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