Até ao final do ano, a APDL deverá iniciar a construção do muro de tela destinado a isolar a zona de descarga e armazenamento da estilha, sucatas ou vidro.

O melhoramento, anunciado em Agosto, está atrasado mas a APDL garante que tudo ficará pronto no decurso do primeiro trimestre do próximo ano. Os trabalhos implicam a construção de uma estrutura metálica à face da avenida eng. Duarte Pacheco, em Matosinhos, que será revestida por uma lona, que na prática isolará a zona de depósito das cargas, evitando a sua dispersão para a zona residencial próxima.

Ao mesmo tempo serão plantadas mais árvores na zona, para servirem também como isolamento da zona.

Por enquanto, a autoridade portuária mantém a área confinada por uma parede de contentores e rede, além do que despeja água sobre o local sempre que se movimentam ali cargas para evitar o levantamento de partículas.

Os incómodos causados pela movimentação da estilha de madeira no porto de Leixões mobilizaram cerca de 300 moradores da zona, que levaram o caso à Câmara de Matosinhos e à Comissão Europeia. Na sequência, Guilherme Pinto, edil matosinhense, chegou a ameaçar a APDL com o recurso aos tribunais, facto inédito na história recente do relacionamento entre as duas entidades.

 

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