Novo grupo tem uma lista de 12 companhias, em todo o mundo, para fusões e aquisições.

O grupo resultante da British Airways e da Ibéria pretende prosseguir o processo de consolidação e crescimento a nível internacional, mediante fusões e aquisições, confirmou Willie walsh, futuro CEO do International Airlines Group (IAG).

O grupo tem estudadas 12 companhias aéreas de todo o mundo (de uma lista inicial de 40), havendo casos em que os negócios poderão avançar quase de imediato, acrescentou Walsh. Noutros casos, as restrições à titularidade do capital das companhias aéreas (como acontece nos EUA) tornam as operações mais difíceis, ou demoradas, mas não impossíveis, garantiu o CEO da BA, lembrando o que a companhia britânica aprendeu com as negociações frustradas com a australiana Qantas.

Certo é que a BA/Ibéria quer avançar com aquisições e fusões. Mais do que tomar participações minoritárias em outras companhias. Walsh escusou-se a nomear companhias, mas referiu as regiões da América Latina, Índia e Ásia. E os analistas lembram a LAN Chile (mesmo se está em processo de fusão com a brasileira TAM), a Qantas, a South African, ou mesmo a American Airlines.

Várias dessas companhias integram já hoje a aliança Oneworld, liderada pela BA e pela American. No caso do Brasil, por exemplo, Walsh considera-o um mercado prioritário, mas à cautela limita-se a dizer que para já o importante é garantir que a companhia que resulta da fusão LAN-TAM continua na Oneworld.

A fusão BA/Ibéria dará origem à terceira companhia aérea europeia, atrás da Lufthansa e da Air France/KLM.

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