Pela segunda vez, Governo e Grupo Barraqueiro acordaram prolongar, por mais três meses, o contrato de exploração do Metro do Porto. À espera da concessão ao consórcio catalão TMB/Moventis.

Afinal, e ao contrário do que garantia o secretário de Estado dos Transportes, três meses não foram bastantes para fechar o contrato de concessão da Metro do Porto. E do mesmo modo, e ao contrário do que dizia ainda mais recentemente, o Grupo Barraqueiro esteve disponível para prolongar a ligação ao Metro do Porto.

O Governo justifica o prolongamento do acordo com os timings previstos para a assinatura do contrato com o novo concessionário, o consórcio TMB/Moventis. A assinatura está prevista agora apenas para Abril e o contrato terá de seguir depois para o Tribunal de Contas.

Do lado da Barraqueiro, a aceitação do novo prolongamento justificar-se-á com o evitar uma eventual paragem do metro na Invicta, e também com a vontade de não entrar em rotura com o Executivo numa altura em que o grupo estará a equacionar candidatar-se à concessão dos transportes públicos de Lisboa.

A manterem-se as condições contratuais, o consórcio liderado pela Barraqueiro deverá receber 9,5 milhões de euros pela exploração do Metro do Porto por mais três meses.

 

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