Cerca de 297 mil euros a menos, num concurso de mais de 200 milhões, garantiram à Barraqueiro, SGPS a concessão da operação e manutenção do Metro do Porto entre 2018 e 2025.

Metro do Porto

O único critério de selecção era o preço mais baixo. Ganhou a Barraqueiro, SGPS com uma proposta de 204,449 milhões de euros (valor arredondado), abaixo dos 221 milhões fixados como preço de referência, e 297 mil euros menos que os 204,636 milhões de euros (arredondados) propostos pelo consórcio da Mota Engil-MGC.

Nos lugares seguintes ficaram a Corporación Española de Transportes (Grupo Avanza), com 206,387 milhões de euros, e a Transdev Mobilidade, com 212,175 milhões de euros.

A DST e a Neopul, duas construtoras que um tanto surpreendentemente se apresentaram a concurso, acabaram por não concretizar as respectivas propostas.

A partir daqui a Metro do Porto pretende celebrar o contrato até ao final do ano, de modo a obter o visto do Tribunal de Contas a tempo de a nova subconcessão arrancar em Abril de 2018.

A Barraqueiro já lidera o consórcio Viaporto, que há anos opera o Metro do Porto. A Mota-Engil também está presente nesse consórcio, através da Manvia, que agora se candidatou com outras empresas do grupo e com a MGC, do Grupo Valpi.

A subconcessão vigorará entre Abril de 2018 e Abril de 2025. A operação do metro incluirá a segurança e apoio aos clientes, bem como as grandes revisões da frota de material circulante, as grandes manutenções de sistemas técnicos e do sistema de bilhética.

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