Treze aeroportos brasileiros vão ser privatizados no âmbito do “Programa Nacional de Desestatização” podendo ser concedidos à iniciativa privada individualmente ou em blocos, foi anunciado.

Aeroporto_Maceió-Brasil

A lista inclui aeroportos em Maceió, Aracaju, Recife, Campina Grande e Vitória, Juazeiro do Norte, Macaé e Bayeux no Estado de Paraíba. A oferta contempla ainda cinco outros aeroportos nas cidades do estado de Mato Grosso que são importantes produtores agrícolas: Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Alta Floresta e Barra do Garças.

O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil será responsável pela condução de todo o processo. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ficará responsável pela realização e acompanhamento das medidas de privatização, sob a supervisão do ministério.

Em Julho, o governo anunciou 57 projectos de concessões e privatizações de empresas públicas, entres eles 14 aeroportos – incluindo o de Congonhas, o segundo maior do Brasil, com movimento de 21 milhões de passageiros por ano.

O aeroporto de Congonhas, no entanto, fica por agora fora da lista dos aeroportos a privatizar tendo o governo anunciado que o leilão do aeroporto de São Paulo decorrerá em 2018.

Com o programa de privatização de infra-estruturas (aeroportos, estradas, portos e linhas de energia), o governo de Brasília pretende arrecadar 14 mil milhões de dólares e reduzir o défice das contas públicas.

O Brasil já concessionou os aeroportos internacionais de Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

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