No espaço de cinco anos, o Brasil passou de novidade para o primeiro mercado do Grupo Auto Sueco, muito à conta do negócio dos camiões, onde o grupo português detém a liderança e onde cresceu 23% em 2011.

Juntos, o negócio dos camiões e da substituição e reparação de vidro automóvel, valem já perto de 500 milhões de facturação, ou 40,8% do volume de negócios do grupo português em todo o mundo.

Portugal, apesar da crise, continua a ser o segundo mercado, tendo representado no ano passado um volume de negócios de 303 milhões de euros. Uma quebra relativamente a 2010. Aqui combinam-se os negócios de camiões e autocarros, com as representações automóveis e as actividades aftermarket e outras.

A crescer, e muito, continua Angola, que já vale 164 milhões de euros, mais 45% que em 2010. Os restantes mercados africanos onde o grupo está presente – Namíbia, Botswana, Quénia e Tanzânia – igualmente estiveram em expansão, tendo representado um volume de negócios de 27 milhões de euros.

Em forte alta esteve também o negócio dos materiais de construção, concentrado na Auto Sueco Coimbra. Nos EUA realizou 67 milhões de euros (mais 46%) e na Turquia chegou aos 106 milhões de euros (mais 26%).

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