A privatização da Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) terá lugar apenas depois de a companhia ter sido alvo de um processo de saneamento financeiro, anunciou o ministro das Finanças do país.

TACV

O ministro Olavo Correia, citado pelo “Correio das Ilhas”, disse ainda ser necessário “acrescentar valor à companhia aérea de bandeira antes de se poder pensar na respectiva privatização.”

Em finais de 2015, o governo então em funções anunciou que a TACV apresentava um passivo de 10 mil milhões de escudos (102 milhões de dólares), sendo ainda necessário proceder à reposição dos capitais próprios da companhia.

A ministra das Finanças, Cristina Duarte, afirmou nessa altura que “tem sido muito difícil colocar a TACV no mercado” e justificou essa afirmação com o “passivo crónico” de uma companhia que é pequena e tem um reduzido número de aviões e de rotas.

A TACV, fundada em 1958, é a única transportadora aérea entre as ilhas do arquipélago, dispondo de monopólio na ligação aos EUA.

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