O tráfego de mercadorias no Canal do Panamá no ano fiscal de 2018 atingiu 442,1 milhões de toneladas do Canal do Panamá (PC/UMS), uma subida homóloga de 9,5% e um novo recorde absoluto nos 104 anos da infra-estrutura.

Canal do Panamá cresceu 9,5% em 2018

Já no ano fiscal de 2017 (os anos fiscais terminam a 30 de Setembro), o primeiro ano completo após o alargamento do Canal, concluído em Junho de 2016, o Canal do Panamá havia atingido um máximo histórico, com 403,8 milhões de toneladas.

Os 442,1 milhões de PC/UMS do ano fiscal de 2018 superam, mesmo, as projecções iniciais dos responsáveis pela infra-estrutura, que apontavam para 429,4 milhões.

“O Canal do Panamá continua a exceder as nossas expectativas, reforçando a importância da expansão da via navegável e do seu impacto no comércio marítimo global”, afirmou em comunicado Jorge L. Quijano, administrador da Autoridade do Canal do Panamá.

O aumento foi impulsionado pelo trânsito de navios-tanque de gás (GPL e GNL), de porta-contentores, navios-tanque de produtos químicos e carcarriers.

Contentores continuam em destaque

Os contentores continuaram, no ano fiscal de 2018, a ser o principal segmento, representando 159 milhões de PC/UMS, 112,6 milhões as quais transitaram no canal expandido.

Os navios-tanque – que incluem os navios de GPL e de GNL – representaram o seguinte segmento de mercado, com 130,3 milhões de PC/UMS. Destaque ainda para os navios graneleiros (73,7 milhões de PC/UMS) e os carcarriers (49,5 milhões de PC/UMS).

Tal como no ano anterior, os tráfegos Ásia-Costa Leste dos EUA, Costa Oeste da América do Sul-Costa Leste dos EUA, Costa Oeste da América do Sul-Europa e Costa Oeste da América Central-Costa Leste dos EUA Sul foram os mais importantes em termos de tonelagem.

 

 

 

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