O dia próximo dia 27 é o prazo limite para a apresentação de propostas não vinculativas à compra da ANA, decidiu o Governo.

A notícia é avançada pelo “Público”, que acrescenta que as propostas terão de conter elementos sobre o plano estratégico para a empresa, além, claro, do preço oferecido.

Cerca de 40 investidores terão acedido à informação disponibilizada pelo Estado sobre a gestora aeroportuária. Entre os candidatos apontados e/ou confirmados estão a Fraport, a Aéroports de Paris, a Ferrovial, o fundo GPI (que detém, entre outros, o aeroporto de London City), a gestora do aeroporto de Singapura, fundos australianos e norte-americanos. A esta lista extensa juntou-se ainda a argentina Corporación América.

Candidatos portugueses apenas se conhecem a Brisa, em parceria com a brasileira CCR, e a Teixeira Duarte, alinhada com a Ferrovial.

O Governo pretende encaixar cerca de 1,2 mil milhões de euros com a privatização da ANA. E pretende também utilizar parte da verba para reduzir o défice orçamental deste ano, concessionando primeiro e privatizando a empresa depois. Para o que terá de obter o acordo do Eurostat.

Certo, agora que é conhecida a proposta de Orçamento de Estado, é que a privatização não ficará já concluída este ano.

Note-se que o valor final da ANA estará dependente, entre outros aspectos, do futuro da TAP e também da decisão do Executivo sobre o futuro do aeroporto de Lisboa.

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