A carga voada em Maio recuou 4% em Maio, penalizada pela comparação com o pico da recuperação da actividade no ano passado, divulgou hoje a IATA.

Também em Maio, a oferta de capacidade cresceu 2,8% (puxada pelo aumento da actividade dos passageiros), do que resultou uma menor taxa de ocupação dos aviões.

Em linha com o que tem acontecido nos últimos tempos, as companhias da Ásia-Pacífico voltaram a ser as que mais cargas perderam, em termos homólogos, ainda penalizadas pelos efeitos dos desastres naturais no Japão. Na Europa, a quebra foi de 2% e na América do Norte de 1,2%. Em alta estiveram apenas os mercados da América Latina (1,4%) e do Médio Oriente (8,2%).

Desde o início do ano a actividade avança 2%, longe dos 5,1% previstos pela IATA para este ano.

A pesar negativamente nos números globais está a região da Ásia-Pacífico, tradicional motor da actividade mas que agora está em perda de cerca de 3%. Ao invés, o Médio Oriente avança 11%, a América Latina 8%, a Europa e a América do Norte 6% ambas.

Nas passagens, Abril saldou-se por um crescimento homólogo de 6,8%, com o tráfego internacional a avançar 8%. Em linha com o acumulado desde Janeiro.

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