Em Julho, o mercado mundial de carga aérea regrediu 0,6%, reduzindo para 2,9% os ganhos acumulados em 2015, revelou a IATA.

Carga aérea

A situação é preocupante, reconhece a associação das companhias aéreas, e não dá sinais de ir melhorar, adverte, considerando o que está a acontecer na China e nas economias emergentes, e também as incertezas que continuam a marcar a economia europeia.

Como se isso não bastasse, a oferta de capacidade continua a aumentar, em linha com o negócio das passagens, daí resultando uma menor taxa de ocupação do espaço disponível nos porões.

Desta feita, em Julho, o mercado europeu até foi o que menos caiu: “apenas” 1,5% (a oferta subiu 3,9%). A Ásia-Pacífico cedeu 1,9% (5,3%), a América do Norte regrediu 3,7% (5,4%) e a América Latina caiu 5,1% (3,2%).

No Médio Oriente, a carga aérea ainda subiu 10,8% em Julho (mas a oferta cresceu 18,3%) e em África avançou 3,6% (longe dos 11,4% de aumento da oferta).

No acumulado dos primeiros sete meses do ano, o mercado mundial de carga aérea cresceu apenas 2,9%, cerca de metade do aumento da oferta, daí resultando um load factor de apenas 44%.

Destaca-se o mercado do Médio Oriente, a subir 13,8% em toneladas-km voadas, seguido da de África (mais 4,8%) e da Ásia-Pacífico (mais 4,2%). A Europa recua 0,7%, a América do Norte 1,1% e a América Latina 6,7%.

 

 

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