Depois de anos de estagnação, a carga aérea mundial acelerou o passo em 2014, puxada pelas companhias da Ásia-Pacífico e do Médio Oriente.

Medido em toneladas-km voadas, o mercado mundial de carga aérea cresceu 4,5% no ano passado, mais do que triplicando os ganhos de 1,3% verificados em 2013 (face a 2012). Com a oferta de capacidade a crescer 3,7% em termos homólogos, o “load factor” avançou para 45,7%.

A região da Ásia-Pacífico reganhou o seu papel de “locomotiva” do mercado, tendo contribuído com 46% dos ganhos de volume do sector. Cresceu 5,4% e atingiu uma taxa de utilização da capacidade de 55,4%.

A uma outra dimensão, o Médio Oriente foi o mercado que mais cresceu: 11% em termos homólogos, contribuindo com 29% para os ganhos globais do sector. Mas o “load factor” não foi além dos 44,5%.

Com a economia europeia ainda ameaçada pela recessão, o mercado da carga aérea regional foi dos que menos cresceu no ano findo: 2%, com o “load factor” a recuar para os 46,9%. Pior só mesmo a América Latina, com um ganho homólogo de 0,1%.

O mercado da América do Norte cresceu 2,4% (35,3% de taxa de ocupação) e o de África avançou 6,7% (30,7%).

Em Dezembro, o mercado mundial de carga aérea cresceu 4,9%, a confirmar o fortalecimento do sector ao longo do ano. Mas a IATA avisa que subsistem incertezas e ameaças para 1015.

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