Até Março, Sines perdeu 18% das cargas em termos homólogos, mas ainda assim a administração portuária acredita num final de ano positivo.

 

“Factores externos, como sejam as condições climatéricas que logo no início do mês de Março assolaram a região (e o Continente)” e que “inviabilizaram a realização de algumas operações portuárias” é a explicação avançada pelo Porto de Sines para justificar o “decréscimo de movimentação em todos os segmentos de carga” no primeiro trimestre do ano corrente.

A quebra terá sido “da ordem dos 18%” relativamente ao período homólogo de 2017, quando Sines movimentou 13,5 milhões de toneladas. No primeiro trimestre do ano passado, recorde-se, o porto alentejano cresceu 19,2%.

“No entanto, e apesar da influência menos positiva das paragens técnicas das unidades produtivas do complexo de Sines, das condições climatéricas adversas registadas ou até mesmo das variações registadas na procura e no consumo, as previsões apontam para uma recuperação na actividade do porto, prevendo-se um incremento nos volumes totais até ao final do ano”.

Em 2017, Sines movimentou 49,88 milhões de toneladas, um recorde absoluto, com a carga contentorizada a garantir 21 milhões de toneladas.

Sines a subir no top mundial

A Administração do Porto de Sines dá conta da quebra de actividade no primeiro trimestre num comunicado dedicado ao 88.º lugar do porto no top 100 mundial de terminais de contentores.

Com 1,67 milhões de TEU movimentados em 2017, Sines subiu três posições no ranking elaborado pela Alphaliner face a 2016.

Ao nível europeu, o forte crescimento alcançado permitiu ao porto alentejano cimentar a sua 15.ª posição, firmando-se como um dos portos de mais rápido crescimento.

» Sines já é o 88.º maior porto do mundo

Este artigo tem1 comentário

  1. Se o molhe de protecção do porto de Sines estivesse concluído, os terminais estavam protejidos contra as intempéries, assim Sines desce e Barcelona sobe pq
    MINISTRA DO MAR ao fim 2 anos não renegociou as concessões dos terminais de mercadorias, q vergonha !