Vinte anos depois de se terem separado, a China State Shipbuilding (CSSC) e a China Shipbuilding Industry (CSIC) fundiram-se no China Shipbuilding Group, o maior estaleiro do mundo.

O CSIC e o CSSC eram um grupo até 1999, quando foram divididos em dois, com o Yangtze a servir de divisão geográfica. O CSIC ficou, então, a controlar os estaleiros a Norte e o CSSC os estaleiros a Sul do rio.

Agora, por iniciativa de Pequim, voltaram a fusionar-se, dando origem àquele que é o maior estaleiro naval do mundo, com 112 mil milhões de dólares (101,6 mil milhões de euros) em activos e 310 mil trabalhadores.

O primado do novo grupo chinês, porém, só deverá vigorar enquanto, na Coreia do Sul, a Hyundai Heavy Industries não oficializar a aquisição da Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering. A operação só aguarda pelas necessárias autorizações das várias autoridades da Concorrência.

As mega-fusões de estaleiros na China e na Coreia do Sul poderão aumentar uma “guerra de preços” entre os construtores navais no próximo ano, avisaram os participantes do Fórum de CEO Marítimos, realizado na semana passada em Hong Kong.

 

 

 

 

 

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