A CMA CGM registou um resultado líquido negativo de 1o9 milhões de dólares no segundo trimestre, em contraste com os lucros de 156 milhões de dólares do período homólogo.

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Principais explicações para números no vermelho, os de sempre: a fraca procura (os volumes transportados cresceram apenas 0,2% e mantiveram-se na casa dos 3,3 milhões de TEU) e, sobretudo, a queda da receita média, que afundou 18,8%.

E contra isso, de “pouco” valeu a redução dos custos unitários, que atingiu os 10,7%. A margem operacional foi negativa em 2% no trimestre (havia sido positiva em 7,9% no período homólogo de 2015) e o EBIT mergulhou para 66 milhões de dólares negativos (contra um ganho de 325 milhões de dólares há um ano).

Em linha com a quebra da receita média, o volume de negócios da CMA CGM recuou 18,6% para os 3,3 mil milhões de dólares.

Com as perspectivas de evolução do mercado a manterem-se cinzentas, para dizer o mínimo, a companhia gaulesa iniciou no passado 1 de Julho o programa Agility, um novo plano de optimização de custos com o qual se propõe poupar mil milhões de dólares em 18 meses. Incluindo aí as sinergias resultantes da integração da NOL. E também o adiamento para 2017 das entregas de alguns porta-contentores.

Os resultados apresentados não incluem ainda a companhia asiática, consolidada nas contas a 14 de Junho.

 

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