O Conselho Metropolitano do Porto (CmP) decidiu hoje pedir a suspensão do concurso de subconcessão da STCP e iniciar negociações com a Secretaria de Estado dos Transportes.

A decisão é justificada pelo facto de o caderno de encargos não conduzir “a uma resposta que satisfaça o interesse das populações”.

Os dirigentes da Área Metropolitana do Porto baseiam-se num estudo realizado pela Universidade Católica do Porto que conclui que a rede levada a concurso é desadequada e que a viabilidade da futura subconcessão só será possível mediante o alargamento do seu prazo, o despedimento de cerca de 100 trabalhadores da STCP e o aumento da idade média da frota.

O Conselho Metropolitano do Porto conclui, por isso, que, tal como está prevista, a concessão da operação da STCP deteriora o serviço público de transporte, esquece a política de mobilidade e levanta preocupações ambientais.

Esta semana, primeiro a Câmara Municipal do Porto e, depois, a Vimeca, anunciaram a desistência do processo de subconcessão em curso.

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