A Lufthansa regressou aos prejuízos em 2011, depois de no ano anterior ter registado um lucro recorde de 1,13 mil milhões de euros.

Os responsáveis da companhia germânica, a segunda maior na Europa, justificaram os resultados com a alta do preço do combustível e com os custos associados à venda da bmi à IAG (acordada em Dezembro do ano passado mas que aguarda ainda o ok das autoridades da Concorrência).

E, de facto, só a factura do querosene subiu 1,3 mil milhões de euros, relativamente ao verificado em 2010.

O volume de negócios da Lufthansa aumentou 8,6%, para os 28,7 mil milhões de euros (dos quais 23,8 mil milhões relativos ao tráfego aéreo). Mas os resultados operacionais caíram 19,6%, para os 820 milhões de euros.

Para o ano em curso, a Lufthansa prevê uma melhoria dos resultados, assim se concretize a venda da bmi. No entanto, a companhia alertou para os riscos da continuada escalada do preço do combustível.

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