Bruxelas aposta em desenvolver o potencial da logística e dos transportes para a economia europeia. Para isso, dispõe-se a debater os problemas e as soluções com representantes dos stakeholders.

O sector da logística assegura 11 milhões de postos de trabalho na União Europeia e garante 4,9% do valor acrescentado da economia comunitária, lembrou o comissário Siim Kallas, justificando a criação do “Grupo de Alto Nível para a Logística”.

Com a iniciativa, a Comissão Europeia propõe-se receber contributos de quem está no sector, ou com ele lida directamente, para criar as condições propícias ao seu desenvolvimento. Até porque já hoje seis países comunitários estão no top 10 mundial em termos de performance logística.

A proposta de Bruxelas foi, claro, bem recebida pelos representantes dos stakeholders, entre operadores logísticos, companhias de transporte, operadores de terminais portuários, académicos, empresas de IT ou parceiros sociais.

A primeira reunião tratou de elencar alguns dos constrangimentos existentes ao desenvolvimento da actividade e de imediato perspectivar possíveis soluções.

Entre os participantes no grupo contam-se os CEO da DHL, da TNT Express e da DFDS, os vice-presidentes executivos da Luxair Cargo e da Nestlé, o director executivo da Hutchison Port Holdings para a Europa Central ou o presidente da Autoridade Portuária de Valência.

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