Com o novo Contrato Colectivo de Trabalho (CCT) acordado entre operadores e estivadores estão criadas as condições para tentar atrair de volta os armadores a Lisboa, sublinha a Comunidade Portuária, num comunicado em que enaltece o papel de Ana Paula Vitorino.

Porto de Lisboa

Com o novo CCT, válido por seis anos, “estão assim criadas condições para se poder transmitir aos armadores estrangeiros a mensagem de que podem voltar a confiar no porto de Lisboa e dar-lhes a conhecer as vantagens de voltarem a escalar um porto onde existe uma promessa de paz social para os próximos anos”, refere a entidade presidida por Rui Raposo.

“Não pode esta Comunidade Portuária deixar de manifestar a Sua Excelência a Ministra do Mar o apreço pela importante intervenção que teve em várias fases das negociações, promovendo o desbloqueio de sucessivos impasses”, acrescenta o comunicado, para logo deixar mais um agradecimento mas também um “aviso à navegação”:

“Mas igualmente, ou talvez ainda mais importante, foi o seu decisivo papel para que a legislação em vigor fosse mantida e o pugnar pelo seu cumprimento, pilar fundamental num Estado de Direito”. acrescenta.

Terminada a crise “que se arrastou por quase quatro anos” a Comunidade Portuária acredita que o porto voltará “a adquirir vitalidade, o que é fundamental para a cidade de Lisboa e para a economia nacional”.

 

 

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