Entre Janeiro e Outubro, o movimento de contentores nos portos do Continente, medido em TEU, caiu 8%. Em Outubro recuou 10,7%.

Nos primeiros dez meses ano contaram-se 2,3 milhões de TEU nos portos do Continente, segundo os dados divulgados pela AMT. Menos cerca de 200 mil TEU na comparação com o período homólogo de 2019.

Sines ditou a quebra geral, ao perder 255 mil TEU (17,5%), ficando-se pelos 1,3 milhões (mais de 52% do total nacional). E contra isso de pouco valeram o recorde de Leixões (578 896 TEU, mais 6,2% em termos homólogos) ou os ganhos de Lisboa (6,4%, para cerca de 390 mil TEU).

Na análise aos números de Sines, a AMT destaca “a greve que se iniciou no princípio de Maio (greve total até dia 4 desse mês e ao trabalho extraordinário
desde então, que só viria a terminar no mês de Agosto)” e a “conjunção de uma quebra de -28% registada no tráfego de transhipment, para 820,4 mil TEU, e de um crescimento de +19,8% registado no tráfego com o hinterland, que já atinge 382,7 mil TEU”.

Setúbal recuou 2,5% (para 117 mil TEU) e Figueira da Foz avançou 6,9% (para 18 mil TEU).

Só em Outubro, destacam-se a quebra de 20% em Sines, o ganho de 27% em Lisboa e a perda de 9% em Leixões. Setúbal somou 6% e Figueira da Foz 24%.

Feitas as contas, os portos do Continente movimentaram no mês dez 229 929 TEU, menos 10,7% do que há um ano.

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  1. Tudo por culpa dos comunistas do SEAL que não querem trabalhar logo são parasitas do nosso país, 1 vergonha !