No primeiro trimestre, o movimento de contentores em Leixões caiu 5%. Mas em Março o recuo foi já de apenas 1%, de acordo com a concessionária.

TCL

É uma série de quebras mensais como há muito não acontecia. Nos primeiros três meses de 2014, a TCL, concessionária do terminal de contentores de Leixões, acusou três resultados negativos, em termos homólogos, na movimentação de contentores.

Até ao final de Março, o porto nortenho processou 150 477 TEU, menos 5% que no primeiro trimestre de 2014.

O fraco primeiro trimestre (em termos relativos) prolonga a quebra já verificada no último quarto do ano passado, que todavia não impediu a TCL – e o Porto de Leixões – de registar mais um recorde anual, acima dos 659 mil TEU.

As explicações para a quebra da actividade agora verificada têm sobretudo a ver com o abrandamento das exportações nacionais para alguns mercados, em particular os mais dependentes das receitas do petróleo, com Angola à cabeça. Além do que, lembram da TCL, o primeiro trimestre de 2014 foi muito forte.

Em Março, o movimento de contentores em Leixões somou 56 536 TEU, um valor que ficou apenas 1% abaixo do registado no mesmo mês do ano transacto.

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