Pela primeira vez na história de Sines, a carga contentorizada foi, em 2017, a mais movimentada. Em termos globais, o porto alentejano recuou 2,5% face a 2016.

O porto de Sines fechou o ano com um total de cerca de 49,9 milhões de toneladas movimentadas. Menos 1,3 milhões de toneladas do que em 2016.  Principal explicação: em 2016 foram ali processadas cerca de 1,7 milhões de toneladas de produtos petrolíferos destinadas a Leixões, enquanto durou a manutenção da monobóia oceânica do porto nortenho, o que não se repetiu em 2017.

Descontado esse resultado extraordinário, que em 2016 ajudou ao recorde de Sines. o porto liderado por José Luís Cacho manteve a sua tendência de crescimento, cada vez mais determinado pela movimentação de contentores.

O Terminal XXI atingiu um novo máximo, com 1,67 milhões de TEU movimentados, mais 10,3% do que no exercício anterior. A carga contentorizada representou cerca de 42% do total do porto.

A movimentação de GNL disparou 63% e superou os 6,3 milhões de toneladas, a confirmar as potencialidades de Sines enquanto hub para o tráfego intercontinental deste produto energético.

Os granéis sólidos atingiram os 6,3 milhões de toneladas, com um ganho homólogo de 8,5%, sendo que só o carvão cresceu quase 13%.

Os granéis líquidos quebraram cerca de 8,5%.

 

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