O movimento de contentores nos portos nacionais voltou a recuar, em termos homólogos, em Fevereiro, ainda que menos do que em Janeiro, castigado sobretudo por Lisboa.

Leixões - TCL

Nos dois primeiros meses do ano, os portos do Continente movimentaram 375 025 TEU, o que representa uma quebra homóloga de 1,7%. Em Fevereiro contaram-se 178 966 (menos 1%).

No balanço dos dois meses, apenas Sines e Leixões cresceram: 4% o primeiro, para 198 788 TEU; 6,7% o segundo, até aos 101 389 TEU. Em Sines, os movimentos de transhipment totalizaram 157 mil TEU, sublinha a AMT.

Nos outros portos, as perdas foram a regra. Destacou-se Lisboa, a perder 60% e a ficar-se pelos 60 275 TEU. Setúbal recuou 28,9% para 11 902 TEU, e a Figueira da Foz 22% para 2 662 TEU.

Com isto, Sines já representou 53% do total de contentores movimentados no Continente (uma situação que o peso de 79% do transhipment não diminuiu), contra 27% de Leixões, 16,1% de Lisboa, 3,2% de Setúbal e 0,7% da Figueira da Foz.

 

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