A ligação entre Sines e a fronteira, parte do Corredor Atlântico, é a 25.ª prioridade entre os 30 investimentos propostos pelo GTIEVA e a sexta entre os oito projectos ferroviários escolhidos. Os investimentos na ferrovia propostos ascendem a 2,8 mil milhões de euros.

A conclusão da modernização da Linha do Norte é a principal aposta do GTIEVA para os investimentos no sector ferroviário. É a segunda prioridade na lista dos 30 projectos seleccionados, com um investimento estimado em 400 milhões de euros e prazo de execução até 2020.

A fechar o Top 10 surge o corredor Aveiro–Vilar Formoso / Linha da Beira Alta, o braço mais a Norte do Corredor Atlântico, ou Corredor Ferroviário de Mercadorias n.º 4. O investimento estimado é de 900 milhões de euros. Em conjugação com a modernização da Linha do Norte, deverá permitir o acesso dos portos de Aveiro, mas também de Leixões, ao coração da Península e ao Centro da Europa.

A ligação de “Alta Velocidade” para o tráfego de mercadorias, entre Sines (e também Setúbal e Lisboa, através do Poceirão) e a fronteira, desde a primeira hora defendida pelo Governo, surge apenas no 25.º lugar, com um investimento previsto de mil milhões de euros.

No mais, o GTIEVA propõe a modernização da Linho Minho (prioridade n.º 17), com um investimento de 145 milhões de euros; da Linha do Sul entre o porto de Setúbal e Praias do Sado (prioridade n.º 24), com 20 milhões de euros; da Linha do Algarve (prioridade n.º 26), com 55 milhões de euros; e da Linha do Oeste (prioridade n.º 29), com 135 milhões de euros.

Em vários destes investimentos, são especificamente mencionados os ramais de ligação a centros industriais, casos da Siderurgia Nacional, Secil ou Valouro.

Exclusiva para o tráfego de passageiros, a Linha do Cascais deverá também ser modernizada, num investimento de 160 milhões de euros. É a prioridade n.º 23.

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