O mercado europeu de entregas urgentes superou os 50 milhões de euros em 2014 e deverá continuar a crescer ao longo dos próximos anos, de acordo com um estudo da Apex Insight.

DHL

O crescimento foi, segundo os mesmos especialistas, menor no Sul da Europa e maior em outras paragens, com destaque para a Polónia (pela modernização logística) e para o Reino Unido (pelo comercio on-line).

O segmento que mais tem aumentado no mercado de entrega de encomendas na Europa é o B2C, por via do e-commerce. O crescimento deste canal, prevê a consultora, vai manter-se nos próximos anos e em 2019 representará 30% das encomendas enviadas na Europa, atingindo, mesmo, metade em alguns países.

A revolução do e-commerce está a levantar novos desafios aos operadores logísticos, que estão a inovar em termos de processos de recolhas e entregas das encomendas e, em outras áreas, do controlo por parte do cliente do estado da entrega.

Além disso, deverá verificar-se, segundo a Apex Insight, o aumento do número de lojas físicas ou, na sua falta, de pontos de conveniência para levantamento das entregas.

Recorde-se que ainda há poucos dias, em Portugal, os CTT Expresso anunciaram um acordo com a Sonae para as lojas Worten serem pontos de entregas.

Entre os principais operadores na Europa, a consultora prevê que a FedEx ganhe mais protagonismo após a aquisição da TNT.

A Apex Insight avisa ainda que a Amazon está a adoptar uma estratégia de entrega das suas próprias encomendas, o que pode ser uma ameaça para os operadores que tenham o seu negócio muito baseado nos serviços para a empresa de comércio on-line.

 

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