Em comunicado, a APAT sublinha a responsabilidade dos transitários no combate à crise da Covid-19 e sugere ao Governo mais medidas para compensar os custos logísticos acrescidos.

Porque “uns falam e outros fazem” e, logo, “outros têm de ajudar a fazer”, a APAT emitiu um comunicado no qual destaca o “papel muito activo e crítico” que os transitários são desafiados a desempenhar “para que tudo continue o mais aproximado possível com o que seria a normalidade”.

“Manter a continuidade do sistema logístico de forma a preservar o abastecimento de bens alimentares, de primeira necessidade, medicamentos, etc., obriga-nos ainda a uma responsabilidade aumentada”, reforça. E obriga também a “diariamente adoptar medidas alternativas ao transporte desses bens, com mais custos e menos receitas”.

Daí que, reconhecendo embora as medidas já previstas pelo Governo, a APAT adiante que “não seria de mais se, por exemplo, isentasse, prorrogasse prazos de pagamento em questões tão simples como empréstimos bancários, alugueres e rendas, energia e combustíveis, alguma flexibilização no horário de trabalho dos motoristas e redução/isenção de pagamento das infra-estruturas viária, aérea, ferroviária e marítima”.

“Sem este tipo de ajudas não vamos conseguir, em primeiro lugar, lutar contra esta fatalidade e, em segundo lugar, sobreviver conservando empresas, postos de trabalho e a coesão de Portugal”, conclui a associação dos transitários.

Comments are closed.